Morfologia – Classe de Palavras – PDF

Classes de palavras

  1. 1. MORFOLOGIA
  2. 1. SUBSTANTIVO
  3. Substantivo é a palavra que nomeia seres, objetos e sentimentos e que, além disso, possui um gênero (masc./fem.) e pode variar em número e grau. Exemplos: João, menina, raiva, felicidade, penumbra, mesa, cabide, Curitiba, urso.
  4. MORFOLOGIA A) Classificação Os substantivos podem ser: Concretos ou abstratos; Comuns ou próprios; Coletivos.
  5. MORFOLOGIA 2. ARTIGO Artigo é a palavra que antecede o substantivo, indicando se este se trata de um elemento já conhecido ou não mencionado anteriormente. Os artigos podem ser definidos ou indefinidos e podem variar em gênero (masc./fem.) e número (sing./plu.). Os meninos querem um novo computador. (já conhecidos) (ainda não mencionado)
  6. MORFOLOGIA 3. ADJETIVO O adjetivo é a palavra que modifica o substantivo, especificando-o ou atribuindo a ele uma característica. Os adjetivos podem variar em gênero, número e grau. No que se refere à variação de gênero e número, os adjetivos flexionam em concordância com o substantivo.
  7. MORFOLOGIA Exemplos: Este carro é novo? Esta cerveja é ótima. Boas férias! Hugo é um cara grandão. Moramos em uma casa amarelinha.
  8. MORFOLOGIA A) Locução Adjetiva Algumas vezes, há a união de uma preposição e um substantivo, formando uma unidade com valor adjetivo. Exemplos: Veneno de cobra (adjetivo: viperino) à veneno viperino. Costumes contra a moral (adjetivo: imorais) à costumes imorais.
  9. MORFOLOGIA 4. NUMERAL Os numerais indicam a quantidade dos seres, a multiplicação ou fração de seres, ou sua localização dentro de uma sequência de seres. Os numerais podem ser cardinais, ordinais, multiplicativos e fracionários. a) cardinais: exprimem o número exato de elementos. b) ordinais: localizam o elemento em uma sequência. c) multiplicativos: indicam uma quantidade multiplicada de elementos. d) fracionários: exprimem divisão de elementos.
  10. MORFOLOGIA 5. PRONOME Pronome é a palavra que acompanha ou substitui uma palavra ou mesmo uma oração inteira. Há pronomes variáveis e pronomes invariáveis. Os pronomes que substituem seres podem ser chamados de pronomes substantivos. Aqueles que acompanham os seres são também chamados pronomes adjetivos. Exemplos: Ele chegou à casa de José. Esta rua é muito estreita.
  11. MORFOLOGIA Os pronomes podem ser flexionados em gênero, número, pessoa e caso. Classificação dos Pronomes Os pronomes podem ser: Pessoais, Demonstrativos, Relativos, Indefinidos, Interrogativos,
  12. MORFOLOGIA Pronomes Pessoais São pronomes substantivos que apontam as pessoas do discurso. a) pronomes pessoais do caso reto: eu, tu, ele, ela, nós, vós, eles, elas. b) pronomes pessoais oblíquos átonos: me, te, o, a, lhe, se, nos, vos, os, as, lhes, se. c) pronomes pessoais oblíquos tônicos: mim, ti, ele, ela, si, nós, vós, eles, elas, si.
  13. MORFOLOGIA d) pronomes reflexivos: se, si, consigo, me, te, nos, vos. e) pronomes recíprocos: se, nos, vos. f) pronomes de tratamento: você, senhor, Vossa Excelência (V. Exa.), Sua Eminência (S. Ema.), etc.
  14. MORFOLOGIA Exemplos: Eles compraram uma casa nova. José trouxe os livros para eu ler. Ontem choveu e todos nós fomos para casa tarde. Para estarem no caso reto, os pronomes não podem ser regidos por preposição, já que a maioria dos gramáticos não aceita que o sujeito seja preposicionado. Está na hora de o chefe repensar a situação.
  15. MORFOLOGIA Pronomes pessoais no caso oblíquo átono: me, te, o, a, lhe, se, nos, vos, os, as, lhes, se. São chamados de átonos porque sua pronúncia é fraca. Exemplos: Eu o conheci na festa de Natal da empresa. Nunca lhes disse a verdade. Ele se preparou sozinho para a competição. Não são regidos por preposição e podem ter a função de complemento verbal.
  16. MORFOLOGIA Pronomes pessoais no caso oblíquo tônico: mim, ti, ele, ela, si, nós, vós, eles, elas, si. São chamados de tônicos porque sua pronúncia é forte. Exemplos: Tenho um presente para ti. José trouxe os livros para mim. Sempre são regidos por preposição e podem ter a função de complemento verbal.
  17. MORFOLOGIA Pronomes reflexivos são pronomes pessoais oblíquos átonos que indicam que o sujeito pratica uma ação que afeta a si mesmo. Exemplos: José se viu no espelho. Ele perdoou a si mesmo. Os pronomes reflexivos são: se, si, consigo, me, te, nos e vos.
  18. MORFOLOGIA Pronomes recíprocos constituem um uso particular dos reflexivos, pois indicam que dois agentes praticam e sofrem a ação simultaneamente. Exemplos: Elas se odeiam. (uma à outra) Nós nos abraçamos. (um ao outro) São os seguintes: se, nos, vos.
  19. MORFOLOGIA Pronomes de tratamento são geralmente usados em situações cerimoniosas, no trato com autoridades, em correspondências comerciais, oficiais, etc. Exemplo: Vossa Excelência Vossa Senhoria
  20. MORFOLOGIA Pronomes Demonstrativos B.2-a) Posicionamento temporal à relaciona-se ao tempo. Esse, esses, essa, essas: serão empregados nos tempos passado ou futuro em relação a quem fala. Aquele, aqueles, aquela, aquelas: passado ou futuro distantes. Indicam a posição temporal, espacial ou contextual de seres e objetos em relação às três pessoas do discurso. Este, estes, esta, estas: serão empregados no tempo presente em relação a quem fala.
  21. MORFOLOGIA Posicionamento espacial à relaciona-se ao lugar onde está o objeto referido: Objeto próximo do falante: este, estes, esta, estas, isto. Objeto próximo do ouvinte: esse, esses, essa, essas, isso. Objeto distante do falante e do ouvinte: aquele, aqueles, aquela, aquelas, aquilo.
  22. MORFOLOGIA Posicionamento contextual à refere-se a elementos já mencionados ou que ainda serão ditos pelo falante. Este, estes, esta, estas, isto: menção ao que será dito, ao que se acabou de dizer ou ao último elemento de uma enumeração. Só lhe peço isto: não deixe tudo para a última hora. Esse, esses, essa, essas, isso: menção ao já dito ou às palavras da pessoa com quem se fala. -Vista o agasalho! Você vai pegar um resfriado. Quantas vezes vamos repetir essa mesma história? (essa à elemento já dito) Veja o diálogo entre mãe e filho:
  23. MORFOLOGIA Aquele, aqueles, aquela, aquelas, aquilo: fazem alusão a termos precedentes. Aquele (e flexões) será usado para o que foi referido em primeiro lugar. Este (e flexões) fará referência ao que foi mencionado por último. Tenho dois filhos, Paulo e João. Aquele mora na cidade, este mora na fazenda. (aquele = Paulo / este = João).
  24. MORFOLOGIA Pronomes Possessivos São os pronomes que indicam a posse de algum objeto. Para cada pessoa do discurso há um pronome possessivo correspondente. Esses pronomes variam em gênero e número de acordo com o objeto possuído. Eu: meu, meus, minha, minhas Tu: teu, teus, tua, tuas Ele: seu, sua, seus, suas
  25. MORFOLOGIA Pronomes Relativos São aqueles que se relacionam a um substantivo ou a um pronome substantivo que os antecede, isto é, já citado anteriormente. Todos compraram o biscoito que fora anunciado na TV. 2ª: O biscoito fora anunciado na TV. Chamamos de antecedente o nome (substantivo ou pronome) que aparece antes de algum pronome relativo. No caso de nosso exemplo, biscoito é o antecedente de que. 1ª: Todos compraram o biscoito.
  26. MORFOLOGIA Pronomes relativos variáveis: O qual, os quais, a qual, as quais (geral); Cujo, cujos, cuja, cujas (posse); Quem (pessoa), quando (tempo) onde (lugar = em que), que (geral). Quanto, quantos, quanta, quantas (quantidade). Pronomes relativos invariáveis:
  27. MORFOLOGIA Usos de pronomes e de preposição precedente As ruas por que passei eram muito bonitas. A roupa com que fui à festa era nova. Os médicos de que lhe falei viajaram. As ruas por que passei eram muito bonitas. Fui eu quem fez a pizza. (antecedente: pessoa) Aqui está o aluno com quem conversei. (antecedente: pessoa)
  28. MORFOLOGIA Quanto: antecedidos por pronome indefinido. Todos quantos acobertaram o esquema conhecido como “mensalão” foram presos. É possível antecedente implícito. Saibam quantos assinarem este documento que não haverá direito a recurso. = saibam todos quantos assinarem.
  29. MORFOLOGIA O pinheiro cujas folhas são verdes vive mais. Possuidor: os pinheiros (masculino singular) Objeto possuído: folhas (feminino plural) O aluno para cujos pais escrevi um bilhete foi expulso da escola. (escrever para alguém) A concordância tem por base a coisa possuída, e não o antecedente (possuidor). O vizinho com cuja sobrinha brinquei não pôde vir hoje a nossa casa. (brincar com alguém) Cujo, cujos, cuja, cujas
  30. MORFOLOGIA Lá no bairro onde eu moro vivem muitos estudantes. (no bairro em que moro / no bairro no qual moro / antecedente: bairro) A avenida por onde passamos estava cheia. (antecedente: avenida / passei por algum lugar) A cidade aonde fui nas férias era interessante. (antecedente: cidade / união da preposição A + onde / vai a algum lugar) Onde indica um lugar e pode ser substituído por em que ou no qual (e flexões). O lugar donde José veio é muito atrasado! (antecedente: lugar / união da preposição DE + onde / vem de algum lugar)
  31.  MORFOLOGIA O gato o qual adotei é persa. = o gato que adotei O professor ao qual me refiro é inteligente. = o professor a quem me refiro As regiões nas quais vivemos eram carentes. = as regiões onde vivemos O PR qual pode assumir o valor dos pronomes relativos que, quem, onde.
  32. MORFOLOGIA Certa vez, visitei o presidente. Qualquer criança sabe disso! Ninguém pode saber; é segredo. Indefinidos Você tem algo a dizer? Vi dois homens, cada qual sentado em seu banquinho. locuções pronominais indefinidas
  33. MORFOLOGIA VERBO Termo que indica tempo e pode indicar uma ação ou um fato observável, um fenômeno da natureza e também o estado em que se encontram seres e objetos. Ele cantou sua música favorita. (ação) Miguel não está no quarto. (fato observável) Chove. (fenômeno da natureza) As coisas estão muito caras atualmente. (estado) Os verbos são palavras que se flexionam de acordo com número e pessoa, conjugam-se em determinado modo e tempo, além de poderem ser expressos na voz ativa ou na passiva.
  34. MORFOLOGIA Modos Verbais Os modos exprimem as diferentes atitudes da pessoa que fala com relação a sua própria enunciação. A língua portuguesa apresenta três modos: indicativo, subjuntivo e imperativo. No modo indicativo, o falante se compromete com o conteúdo da proposição, há um certo grau de certeza diante dos fatos apresentados, ou no caso do futuro, uma grande possibilidade. “Tudo o que sei é que nada sei.” à O falante tem certeza de que ele mesmo não sabe muitas coisas.
  35. MORFOLOGIA No modo subjuntivo, o falante não se compromete tanto com o conteúdo da proposição. Os fatos apresentados são apenas hipóteses. Quando eu retornar a minha terra, tudo será como antes. O modo imperativo indica pedidos, ordens, imposições, convites, conselhos, etc. Saia daqui.
  36. MORFOLOGIA Verbos regulares: são os verbos que não apresentam alterações em seu radical durante a conjugação. Radical é o núcleo semântico de uma palavra. Verbos irregulares: são os verbos que apresentam alteração em seu radical durante a conjugação.
  37. MORFOLOGIA Modo Indicativo Presente: (eu) canto Pretérito perfeito: (eu) cantei Pretérito imperfeito: (eu) cantava Pretérito mais-que-perfeito: (eu) cantara Futuro do presente: (eu) cantarei Futuro do pretérito: (eu) cantaria
  38. MORFOLOGIA Modo Subjuntivo Presente: (que eu) cante Pretérito imperfeito: (se eu) cantasse Futuro: (se / quando eu) cantar Modo Imperativo Negativo: não cantes (tu) Afirmativo: canta (tu)
  39. MORFOLOGIA Emprego do modo imperativo: O modo imperativo não aceita primeira pessoa do singular. Isso ocorre porque é impossível alguém dar uma ordem a si mesmo, a menos que empreguem os pronomes TU ou Você, como se se dirigisse a uma segunda pessoa.
  40. MORFOLOGIA Presente do subjuntivo do verbo cantar: (que) eu cante, tu cantes, ele cante, nós cantemos, vós canteis, eles cantem. Presente do indicativo do verbo cantar, segunda pessoa: tu cantas, vós cantais. 1. Afirmativo: com exceção da segunda pessoa (tu e vós), o imperativo afirmativo é idêntico ao presente do subjuntivo. No caso da segunda pessoa, o imperativo se constrói a partir do presente do indicativo, sem a letra S final.
  41. MORFOLOGIA Imperativo afirmativo do verbo cantar: canta (tu) cante (você) cantemos (nós) cantai (vós) cantem (vocês)
  42. MORFOLOGIA Negativo: idêntico ao presente do subjuntivo. não cantes (tu) não cante (você) não cantemos (nós) não canteis (vós) não cantem (vocês) Observe o imperativo negativo do verbo cantar:
  43. MORFOLOGIA Formas Nominais :podem ser verbos ou nomes Infinitivo: enuncia o verbo em si e pode funcionar como substantivo. Nevar, chover, sair. Infinitivo pessoal ou com flexão: conjuga-se conforme as pessoas do discurso. Geralmente é a mesma forma do futuro do subjuntivo. Fiz este bolo para vocês comerem, não para vocês fazerem essa bagunça!
  44. MORFOLOGIA Infinitivo impessoal ou sem flexão: não se flexiona, aponta somente a que conjugação o verbo pertence. A única saída é deixar o país. Obs.: Não há um consenso entre os gramáticos sobre quando usar o infinitivo pessoal e quando se deve preferir o impessoal. Fiz este bolo para comer, não para fazer essa bagunça! Fiz este bolo para comerem, não para fazerem essa bagunça!
  45. MORFOLOGIA Gerúndio: forma nominal do verbo que apresenta uma ação em desenvolvimento no momento em que se fala ou um processo que ainda não foi encerrado (valor durativo). Estamos construindo nossa casa em um bairro novo. Ele conseguiu melhorar de vida trabalhando. Função de advérbio de modo. A construção está em processo. O gerúndio pode também cumprir o papel de advérbio ou de adjetivo e é sempre marcado pela sequência –ndo.
  46. MORFOLOGIA Obs.: Não deve ser usado como causa e consequência. Choveu fazendo árvores caírem. (inadequado) Choveu, o que fez com que árvores caíssem.(adequado)
  47. MORFOLOGIA Particípio: quando se comporta como um adjetivo, flexiona-se em número e gênero. Se tivéssemos feito a coisa certa, nada disso teria acontecido. Tempos compostos. Minhas meias estão guardadas na gaveta. Função de adjetivo. Quando faz parte de formas verbais compostas, não há flexão.
  48. MORFOLOGIA Vozes Verbais A voz verbal é responsável por indicar se o sujeito pratica, recebe, ou pratica e recebe uma ação. Há três vozes verbais na língua portuguesa: ativa, passiva e reflexiva. Voz Ativa: indica que o sujeito da oração é de fato o agente da ação representada pelo verbo. Precisa-se de vendedoras com experiência. (sujeito indeterminado) O gato comeu a sua língua? (sujeito simples: o gato)
  49. MORFOLOGIA Voz Passiva: indica que o sujeito da oração não é o agente da ação representada pelo verbo, mas seu paciente, ou seja, aquele que recebe o efeito da ação. Voz Passiva Analítica: constituída por dois verbos, sendo que o primeiro exerce função de auxiliar e o segundo, sempre no particípio, é o verbo principal. Nesse tipo de voz, pode haver o termo chamado “agente da passiva”, representando o ser que realiza a ação. Eles estavam encurralados pela polícia. (pela polícia à agente da passiva) Os cães foram soltos pelas crianças. (pelas crianças à agente da passiva)
  50. MORFOLOGIA Voz Passiva Sintética: constituída pelo pronome apassivador SE e por um verbo na terceira pessoa. Essa voz é também chamada “voz passiva pronominal”. Observe que há concordância entre o verbo e o sujeito paciente. Vendem-se casas. (casas à sujeito paciente) Observam-se problemas em nossa escola. (problemas à sujeito paciente). Há também a chamada voz passiva de infinitivo. Nesse caso, tem-se um verbo no infinitivo precedido por uma preposição. Este é um trabalho difícil de fazer e difícil de ser feito
  51. MORFOLOGIA Atenção! Não há alteração de sentido ao se passar da voz passiva sintética para a analítica e vice-versa. Mas há alteração na ênfase. Veja: Garrafas e mais garrafas da bebida foram quebradas. Quebraram-se garrafas e mais garrafas da bebida.
  52. MORFOLOGIA Observação: Para Bechara, a separação entre passiva analítica e passiva sintética não deverá existir; para ele, deveria haver somente passiva. Segundo Antônio Soarez Abreu, um dos motivos para se usar a voz passiva é a vontade de modificar a perspectiva de uma cena, dando maior proximidade ou distanciamento a ela.
  53.  MORFOLOGIA Voz Reflexiva: indica que o sujeito pratica e, ao mesmo tempo, é alvo de uma ação. Maria se viu no espelho. Muitos gramáticos não abordam a reciprocidade, mas o se pode indicar voz recíproca. Exemplo: Os soldados mataram-se. É a voz obtida a partir do uso dos pronomes reflexivos.
  54. MORFOLOGIA ARTICULAÇÃO ENTRE TEMPOS E MODOS VERBAIS Quando o verbo da oração principal estiver no pretérito perfeito ou no imperfeito – ambos do indicativo – sendo necessário o emprego do modo subjuntivo na oração subordinada, o verbo desta virá conjugado no pretérito imperfeito do modo subjuntivo. Eu queria que você estudasse mais.
  55. MORFOLOGIA No caso de período composto em que há uma oração subordinada iniciada por se, caso, etc, quando o verbo da subordinada vier no pretérito imperfeito do subjuntivo ou no pretérito mais-que- perfeito composto do subjuntivo, o verbo da oração principal deverá ser conjugado no futuro do pretérito do indicativo. Se economizássemos, não estaríamos tão pobres agora!
  56. MORFOLOGIA Quando o verbo da oração principal vier no presente do indicativo e for necessária uma oração subordinada substantiva, o verbo desta deverá vir no presente do subjuntivo ou no pretérito perfeito composto do subjuntivo. Você quer que eu chame um médico?
  57. MORFOLOGIA Observação: Não é possível abranger todas as articulações entre tempos e modos porque, na maioria das vezes, essa articulação dependerá do sentido textual.
  58. MORFOLOGIA ADVÉRBIO É o termo que acrescenta uma circunstância ao verbo, ao adjetivo ou a outro advérbio. Alguns gramáticos consideram que os advérbios são palavras invariáveis; outros admitem a existência da variação em grau e, em raros casos, flexão de gênero. Há diversos tipos de advérbios.
  59. MORFOLOGIA Ela chegou da rua todo molhada. (intensifica o adjetivo molhada) Eles cantaram muito naquele dia e ficaram roucos! (intensifica o verbo cantar) Os pássaros voavam tão livremente. (intensifica o advérbio livremente) Saiu bem lentamente. (intensifica o advérbio lentamente)
  60. MORFOLOGIA PREPOSIÇÃO Preposições são palavras invariáveis que ligam dois termos relacionados. Algumas preposições: a, ante, após, até, com, contra, de, desde, em, entre, para, perante, por, sem, sob, sobre, etc. Há as preposições simples e as locuções prepositivas.
  61. MORFOLOGIA CONJUNÇÃO As conjunções relacionam duas orações ou dois termos equivalentes de uma mesma oração. Podem ser coordenativas ou subordinativas. Carlos e Pedro foram promovidos. As conjunções subordinativas ligam duas orações, sendo que uma é subordinada à outra, ou seja, uma completa o sentido da outra. Já que você não pode vir até minha casa, irei eu até a sua.
  62. MORFOLOGIA INTERJEIÇÃO Expressões que traduzem sentimentos e emoções são chamadas interjeições. Exemplos: Oba! (alegria) Puxa! (espanto)
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