Técnicas de Vendas – Manejo de Carteira

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1. Crédito NEGÓCIOS No intuito de prestar atendimento de qualidade, adequado às necessidades de cada público, o BB adota o modelo de segmentação diferenciado, baseado no perfil, na renda e nos investimentos mantidos pelo cliente. Além de desenvolver ações para nichos de públicos específicos, como os jovens universitários e os produtores rurais.
2. NEGÓCIOS Estilo Personalizado Varejo Menor Renda Empresas Pequenas Empresas Microempresas Private Large Corporate Corporate Empresarial Investidores Institucionais Instituições Financeiras Executivo Federal Executivo Estadual Executivo Municipal Judiciário Legislativo ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS DE TERCEIROS AGRONEGÓCIOS CAPTAÇÃO E TESOURARIA COMÉRCIA EXTERIOR CRÉDITOS MEIOS DE PAGAMENTOS MEIOS DE CAPITAIS SEGURIDADE SERVIÇOS
3. Mostrando o sucesso de sua estratégia de atuação, a carteira de crédito total do BB, em conceito ampliado (inclui títulos e valores mobiliários privados e garantias prestadas), encerrou 2011 com saldo de R$ 465,1 bilhões, um crescimento de 19,8% em relação a 2010. A participação do Banco do Brasil no mercado doméstico de crédito foi de 19,2% em dezembro de 2011. NEGÓCIOS
4. NEGÓCIOS A carteira de crédito total do BB em conceito ampliado alcançou R$ 465,1 bilhões, 19,8% mais do que em 2010, com participação de 19,2% no mercado. Carteira de crédito (R$ milhões) 2009 18.441 67.139 144.024 91.793 321.3970 2010 113.097 388.22475.70723.038 176.382 2011 130.589 465.09389.36134.976 210.167 Exterior Agronegócios Pessoa Jurídica Pessoa Física
5. O crescimento da carteira de crédito foi acompanhado pela queda da inadimplência e consequente elevação da qualidade da carteira. NEGÓCIOS O indicador que mede o atraso das operações há mais de 90 dias permaneceu inferior ao observado no Sistema Financeiro Nacional (SFN). Considerando a evolução da qualidade do risco no BB, destaca-se o crescimento das operações de melhor risco (AA-C) no total da carteira.
6. NEGÓCIOS Carteira de Crédito Total por Nível de Risco 2009 2010 2011 (%) AA-C D-H 91,6 93,7 93,9 8,4 6,3 6,1
7. NEGÓCIOS Agência Avenida Paulista (SP)
8. Crédito Pessoa Física NEGÓCIOS Ao longo do exercício de 2011, o Banco do Brasil deu continuidade ao BB 2.0 Programa de Transformação do Varejo, que contempla ações estratégicas como a rentabilização da base de clientes baseada no atendimento de excelência, o conhecimento dos clientes e o aumento da oferta de conveniência com a adequação dos canais de atendimento.
9. A carteira classificada de crédito pessoa física, que segue os critérios definidos pelo Bacen, encerrou o ano com saldo de R$ 130,6 bilhões, um crescimento de 15,4% comparado a 2010, mantendo-se em destaque na carteira total do Banco com 30,9% de participação. NEGÓCIOS Esse desempenho é reflexo das ações com foco no cliente, do novo posicionamento estratégico, da sustentabilidade dos negócios, consolidando a liderança do BB no varejo bancário brasileiro.
10. Carteira de Crédito Pessoa Física NEGÓCIOS (R$ milhões) 2009 2010 2011 Crédito Pessoal 52.149 63.438 72.298 Consignado 36.514 44.976 51.246 Empréstimo Pessoal 6.458 5.585 5.725 CDC Salário 9.177 12.878 15.327 Financiamento Imobiliário 1.530 2.951 6.035 Financiamento a Veículos 20.738 27.395 31.329 Cartão de Crédito 9.382 11.867 13.193 Cheque Especial 2.434 2.598 2.554 Microcrédito 674 1.123 848 Demais 4.884 3.724 4.304 Total 91.791 113.096 130.561
11. Crédito Consignado NEGÓCIOS A modalidade permanece como a de maior representatividade na carteira de crédito para pessoas físicas, com 39,3% do total. Com a estratégia de qualificação da base de clientes e foco em linhas de menor risco, a carteira de crédito consignado apresentou crescimento de 13,9% no ano, o que reforça a liderança do Banco no segmento, cuja participação de mercado alcançou 32,3%. Os empréstimos com servidores públicos continuam os mais representativos dessa carteira e participam com 85,3% do total. O restante é composto por aposentados e pensionistas do INSS (9,2%) e funcionários do setor privado (5,5%).
12. Veículos NEGÓCIOS O saldo das operações de financiamento de veículos alcançou R$ 31,3 bilhões, incremento de 14,4% no período. Como medida para contribuir com a preservação do meio ambiente e da sustentabilidade do planeta, são oferecidas condições diferenciadas para todos os clientes no financiamento de veículos novos classificados como Nota 5 no ranking “Nota Verde” do Ministério do Meio Ambiente.
13. Produtos com Características Socioambientais NEGÓCIOS Financiamento de veículos automotores classificados pelo Ministério do Meio Ambiente como Nota 5 no quesito ecoeficiência com taxas reduzidas, para clientes correntistas do BB. CDC Veículo Ecoeficiente Quantidade de Operações Realizadas em 2011 331 7.955  Total da carteira em 2011 (R$ mil) Características do Produto Sociais Ambientais
14. NEGÓCIOS Financiamento de veículos para taxistas com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT, com o propósito de renovar a frota de veículos, favorecer a geração/manutenção de emprego e renda e contribuir para meio ambiente, na medida em que a referida linha só permite financiar automóveis cujo combustível seja de origem renovável. FAT Taxista Quantidade de Operações Realizadas em 2011 2.588 85.183  Total da carteira em 2011 (R$ mil) Características do Produto Sociais Ambientais 
15. Crédito Imobiliário NEGÓCIOS O crédito imobiliário no BB manteve a tendência de crescimento, encerrando 2011 com saldo de R$ 7,6 bilhões, evolução de 122,7% em relação a 2010. No decorrer do ano foram liberados 22,7 mil contratos para pessoas físicas, que totalizaram saldo de R$ 6,0 bilhões. A carteira de crédito imobiliário pessoa jurídica encerrou o exercício com saldo de R$ 1,6 bilhão, com 119 contratos formalizados em 2011.
16. Para os próximos anos, o Banco prevê a continuidade do crescimento da carteira acima do mercado, atingindo em 2012 mais de R$ 13 bilhões em crédito imobiliário. NEGÓCIOS Para o programa Minha Casa Minha Vida, a meta do Banco é financiar, em 2012, 97.000 unidades e, até 2014, 412.000 unidades. Isto significa muito mais famílias realizando o sonho da casa própria, em especial as classes de menor renda, proporcionando melhora na qualidade de vida e contribuindo, ainda, para o desenvolvimento do País por meio do incentivo à indústria da construção civil e geração de emprego nos diversos setores da economia.
17. Além disso, no que tange à sustentabilidade, o Banco vem priorizando os financiamentos à produção que atendem aos conceitos de preservação do meio ambiente, tais como utilização de energia solar, coleta seletiva de lixo, captação e reúso de água da chuva, uso racional dos materiais de construção e arborização. NEGÓCIOS
18. NEGÓCIOS Nessa linha de crédito, os empreendimentos financiados pelo programa devem, entre outros requisitos, prever a inclusão de idosos e portadores de necessidades especiais; normas e atitudes de prevenção ambiental, como a utilização de equipamentos e soluções; atender recomendações na execução das obras; promover discussões e difundir entre seus membros conhecimentos sobre reaproveitamento de materiais, uso racional dos recursos naturais, medidas alternativas de baixo custo de aquecimento de água/materiais degradáveis para construção/outros, riscos decorrentes da não preservação ambiental e demais questões pertinentes. Crédito Imobiliário – Programa Minha Casa Minha Vida Quantidade de Operações Realizadas em 2011 31 433.490   Total da carteira em 2011 (R$ mil) Características do Produto Sociais Ambientais
19. Microcrédito NEGÓCIOS Diante do panorama econômico brasileiro, marcado pela queda do desemprego e da pobreza, integração de 36 milhões de pessoas no mercado de consumo, concretização da mobilidade social, ampliação do crédito, do volume de transações bancárias, da rede de atendimento e da capilaridade e ainda pela popularização de produtos e serviços bancários, o Banco do Brasil passou a atuar, em 2011, no Microcrédito Produtivo Orientado (MPO).
20. Seus objetivos com a medida são: NEGÓCIOS Promover a inclusão bancária e a geração de trabalho e renda, com foco no microcrédito, para os empreendedores de atividades produtivas de pequeno porte; Atuar com visão de cadeia produtiva e alinhado à Estratégia Menor Renda BB; Ser referência na modalidade; Contribuir para a erradicação da extrema pobreza, em sintonia com o Plano Brasil Sem Miséria e o Programa Nacional de Microcrédito – Crescer.
21. O MPO atende pessoas físicas que desenvolvem atividades produtivas e microempresas constituídas com faturamento bruto anual de até R$ 120 mil, incluindo-se os empreendedores individuais formalizados (faturamento bruto anual até R$ 36 mil). NEGÓCIOS O modelo de atendimento prevê assessoria financeira e oferta de linhas de crédito em condições compatíveis com os segmentos. Assim, cerca de 4 mil funcionários da rede de agências estão capacitados para as visitas aos pequenos empreendimentos, a realização de levantamento socioeconômico, o fornecimento de orientação sobre o planejamento do negócio e a definição das necessidades de crédito e gestão para o desenvolvimento do empreendimento.
22. Além disso, foram firmadas parcerias com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e as Secretarias Municipais e Estaduais de Trabalho e Renda em diversas localidades. Também foram realizadas Oficinas MPO em diversas capitais, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social, para promoção do Programa Nacional de Microcrédito – Crescer, em sintonia com o Plano Brasil Sem Miséria. NEGÓCIOS
23. NEGÓCIOS Ao final do exercício, o MPO do Banco do Brasil alcançou R$ 142,3 milhões de saldo, beneficiando 34,9 mil empreendedores em todo o País. O resultado materializa o grande diferencial do Banco, de apoiar empreendedores e microempresas por meio da oferta de crédito na medida certa para seus negócios.
24. No mesmo sentido, é mantido o BB Microcrédito Empreendedor PF, crédito concedido para atender às necessidades financeiras de pessoas físicas empreendedoras de atividades produtivas de pequeno porte. NEGÓCIOS Visando orientação e acompanhamento, a modalidade utiliza metodologia baseada no relacionamento direto com os empreendedores no local onde é executada a atividade econômica.
25. NEGÓCIOS Linha de crédito que visa atender as necessidades de financiamento de microempreendedores urbanos. Com valores situados entre R$ 200 e R$ 5mil, taxa de juros de 0,95% ao mês e prazo de até 60 meses, a linha representa uma importante ferramenta no impulso aos negócios de empreendedores urbanos beneficiários de Planos de Negócios de Desenvolvimento Regional Sustentável, possibilitando ao tomador uma melhor adequação de seu fluxo financeiro. BB Microcrédito Desenvolvimento Regional Sustentável Quantidade de Operações Realizadas em 2011 19.907 99.638  Total da carteira em 2011 (R$ mil) Características do Produto Sociais Ambientais
26. NEGÓCIOS Modalidade de crédito para clientes pessoa jurídica abrangidos pelo Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado destinado a capital de giro ou investimento voltado para o atendimento das necessidades financeiras de empreendedores de atividades produtivas de pequeno porte, utilizando metodologia de relacionamento diretamente no local onde é executada a atividade econômica, visando a orientação e o acompanhamento do negócio. BB Microcrédito Empreendedor PJ Quantidade de Operações Realizadas em 2011 10.745 80.349  Total da carteira em 2011 (R$ mil) Características do Produto Sociais Ambientais
27. NEGÓCIOS Modalidade de crédito para clientes pessoa física abrangidos pelo Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado destinado a capital de giro ou investimento voltado para o atendimento das necessidades financeiras de empreendedores de atividades produtivas de pequeno porte, utilizando metodologia de relacionamento diretamente no local onde é executada a atividade econômica, visando a orientação e o acompanhamento do negócio. BB Microcrédito Empreendedor PF Quantidade de Operações Realizadas em 2011 25.289 61.768  Total da carteira em 2011 (R$ mil) Características do Produto Sociais Ambientais
28. Crédito Pessoa Jurídica NEGÓCIOS O Banco do Brasil, como parceiro do Governo Federal, busca estimular a inovação e à produção nacional para alavancar a competitividade das indústrias brasileiras, promovendo o desenvolvimento econômico e social do País. Tem atuado fortemente na disponibilização de crédito para todos os clientes pessoa jurídica, desde os empreendedores individuais até as grandes empresas.
29. A carteira classificada de crédito pessoa jurídica encerrou 2011 com saldo de R$ 171,3 bilhões e representou 40,5% do total da carteira de crédito do BB. Somadas, as linhas de capital de giro e investimentos representam 72,3% do saldo da carteira pessoa jurídica. NEGÓCIOS
30. Carteira de Crédito Pessoa Jurídica NEGÓCIOS (R$ milhões) 2009 2010 2011 Capital de Giro 63.136 75.630 84.727 Investimento 25.163 33.046 39.070 Recebíveis 14.598 16.257 17.968 Conta Garantida 3.732 3.070 2.878 ACC/ACE 8.137 8.997 9.688 BNDES Exim 4.464 5.116 4.876 Cartão de Crédito 2.024 3.994 7.290 Cheque Especial 144 187 163 Demais 3.938 3.512 4.629 Total 125.336 149.810 171.290
31. Crédito para Empresas Médias, Grandes e Corporate NEGÓCIOS Na área de clientes Atacado, o BB atende empresas com faturamento anual bruto superior a R$ 25 milhões. Para 2012, as ações com impacto no relacionamento com clientes de Atacado estarão centradas no aprimoramento de processos e estruturas de atendimento, estratégias de rentabilização, e desenvolvimento de produtos e serviços inovadores. Essas ações reforçarão a posição de liderança do BB entre as maiores empresas.
32. Micro e Pequenas Empresas NEGÓCIOS No atendimento às micro e pequenas empresas, o BB manteve-se posicionado como importante parceiro do segmento. Ao final de 2011, possuía 2,1 milhões de clientes e saldo de operações de R$ 68,1 bilhões, incremento de 19,5% em relação a 2010. A destinação de R$ 47,9 bilhões para capital de giro representou crescimento de 16,3% em relação ao ano anterior. Destaca-se a linha de crédito BB Giro Empresa Flex, que atingiu o saldo de R$ 14,0 bilhões, correspondente a 29,3% da carteira de capital de giro, crescimento de 31,5% em 12 meses.
33. Produtos de Crédito de MPE NEGÓCIOS O BB mantinha, no final do ano de 2011 , 2,1 milhões de clientes micro e pequenas empresas e saldo de operações de R$ 68,1 bilhões (R$ milhões) 2009 2010 2011 Giro 32.852 41.170 47.867 Investimento 11.472 14.678 18.364 Comércio Exterior 596 1.111 1.831 Total 44.920 56.960 68.062
34. Já o saldo das operações de financiamento de investimentos às micro e pequenas empresas ao final do período chegou a R$ 18,4 bilhões, com crescimento de 25,1% na comparação com 2010. NEGÓCIOS Destaque foi o Cartão BNDES, principal linha do bloco para o segmento, que atingiu saldo de R$ 6,0 bilhões, o que representa 86,6% de crescimento em relação ao ano anterior. Nas operações com micro e pequenas empresas, o Banco utilizou amplamente o Fundo de Garantia de Operações (FGO), como forma de mitigar o risco de crédito e ampliar o volume da carteira. Ao final de 2011, havia 428,6 mil operações com cobertura do FGO, totalizando saldo aplicado de R$ 9,8 bilhões
35. Em 2011, o BB foi a primeira instituição financeira a emitir o Cartão BNDES nas duas principais bandeiras, Visa e MasterCard. Além disso, mantém a liderança do Cartão BNDES em valores desembolsados, quantidade de cartões emitidos e quantidade de transações. NEGÓCIOS As operações de financiamento de investimentos às micro e pequenas empresas foi de R$ 18,4 bilhões, crescimento de 25,1% no ano, com destaque para o Cartão BNDES, com saldo de R$ 6,0 bilhões (86,6% maior do que em 2010).
36. NEGÓCIOS Empréstimo pré-aprovado para atendimento às necessidades de capital de giro das micro e pequenas empresas , composto por duas modalidades de crédito – Cheque Especial e Crédito Fixo Reutilizável. O produto agrega valor social por disponibilizar diferencias mercadológicos às micro e pequenas empresas. Dentre eles, estão: processo simplificado de concessão do crédito; contratações com a vinculação da garantia do Fundo Garantidor de Operações – FGO, que facilita o acesso ao crédito por micro e pequenas empresas. BB Giro Rápido Quantidade de Operações Realizadas em 2011 216.097 6.221.211  Total da carteira em 2011 (R$ mil) Características do Produto Sociais Ambientais
37. NEGÓCIOS Empréstimo para fazer frente às necessidades de capital de giro das micro e pequenas empresas integrantes de Arranjos Produtivos Locais (APL). A atuação do BB em APL tem o objetivo de melhorar o relacionamento com o segmento de micro e pequenas empresas, por meio da participação ativa nos Arranjos, em parceria com as demais instituições, para mapear as necessidades das empresas e ofertar soluções financeiras adequadas, considerando a sustentabilidade dos empreendimentos e as características específicas de casa Arranjo. A operação de BB Giro APL pode ser contratada com a vinculação da garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO), que facilita o acesso ao crédito por micro e pequenas empresas, uma vez que a apresentação de garantias constitui uma das principais barreiras na contratação de empréstimos, bem como possibilita a redução dos encargos financeiros. BB Giro APL Quantidade de Operações Realizadas em 2011 1.804 91.630  Total da carteira em 2011 (R$ mil) Características do Produto Sociais Ambientais
38. NEGÓCIOS O Proger tem por finalidade a promoção de ações voltadas à geração de empregos e renda, mediante concessão de linhas especiais de crédito a setores que usualmente têm pouco ou nenhum acesso ao sistema financeiro, tais como pequenas e microempresas, cooperativas, formas associativas de produção e iniciativas de produção própria da economia informal. O Programa incrementa o papel do Banco do Brasil como agente financeiro ao tomador final, combate o desemprego, mantendo e gerando continuamente postos de trabalho, e contribui para o aumento de renda dos trabalhadores. O apoio às micro e pequenas empresas (Receita Operacional Bruta de até R$ 5 milhões), por meio da Linha Proger Urbano – Micro e Pequenas Empresas – Investimento, apresenta-se relevante para o desenvolvimento daquele segmento empresarial, contribuindo para a geração e manutenção de emprego e renda no País. Proger Urbano Investimento Quantidade de Operações Realizadas em 2011 18.044 3.995.141  Total da carteira em 2011 (R$ mil) Características do Produto Sociais Ambientais
39. Operações de Investimento e Repasses NEGÓCIOS O Banco do Brasil manteve seu foco na geração de empregos e no desenvolvimento do País, apoiando as empresas através de suas linhas de financiamento de investimento. Só em 2011 foram R$ 33,8 bilhões desembolsados, o que resultou num crescimento de 18,2% no saldo desta carteira no ano, totalizando R$ 39,1 bilhões.
40. Dentre as modalidades de repasse, destaque para o Fundo da Marinha Mercante (FMM), por meio do qual foram financiadas a construção de 50 embarcações e quatro estaleiros em 2011, no montante de R$ 3,3 bilhões. NEGÓCIOS Com isso, o volume de projetos financiados corresponde a R$ 4,7 bilhões, evolução de 237% em relação a 2010.
41. Com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), o Banco do Brasil financiou R$ 5,5 bilhões em 73,5 mil operações e atendeu a 466 municípios da região. NEGÓCIOS O número representa incremento de 29,7% em relação o exercício de 2010. Destaca-se o fato de que 36% desse total beneficiou tomadores de mini/micro e pequeno porte. Também desembolsou no ano mais de R$ 18 bilhões em recursos do BNDES, 21,5% do total, de acordo com o Ranking Global de repasses da instituição. Na modalidade Finame, desembolsou R$ 6,7 bilhões, correspondentes a 37% do total de recursos do BNDES liberados pelo Banco em 2011.
42. NEGÓCIOS Desembolsos para Investimentos* 33,8(R$ bilhões) 30,1 26,2 23,4 20,7 17,4 14,8 11,9 8,1 6,2 3,6 1,7 * Valores acumulados. Não inclui BNDES Exim. Jan/11 Fev/11 Mar/11 Abr/11 Mai/11 Jun/11 Jul/11 Ago/11 Set/11 Out/11 Nov/11 Dez/11
43. Agronegócios NEGÓCIOS Já no agronegócio, o Banco do Brasil, como agente de política agrícola, representa um elo entre o governo e o produtor rural, atuando como o maior financiador do segmento, em todas as suas frentes e etapas da cadeia produtiva, do pequeno produtor às grandes empresas agroindustriais.
44. Antes da contratação de crédito rural são observadas exigências de regularidade ambiental, tais como a apresentação de documentos comprobatórios da regularidade do produtor referente ao licenciamento ambiental, outorga de uso da água, averbação de reserva legal e no Bioma Amazônia, comprovação de regularidade ambiental do imóvel, observando os Zoneamentos Ecológicos-Econômicos (ZEE)1 (municipal ou estadual) e Agroecológicos (ZAE)2 disponíveis. NEGÓCIOS
45. (1) O ZEE é um instrumento legal de diagnóstico do uso do território, dividindo a terra em zonas, a partir dos recursos naturais, da socioeconomia e de marcos jurídicos, em que são definidas potencialidades econômicas, fragilidades ecológicas e as tendências de ocupação, incluindo as condições de vida da população. NEGÓCIOS (2) O ZAE é específico para uma cultura, a exemplo da cana-de- açúcar, delimitando as áreas aptas agronomicamente ao seu estabelecimento, mas consideram também questões sociais, políticas e ambientais na delimitação das zonas passíveis de desenvolvimento dessa cultura.
46. Esses documentos devem ser mantidos nos dossiês dos proponentes, para verificação e monitoramento da área de controles internos do Banco e de órgãos de supervisão bancária. Também deve ser verificada a regularidade social do cliente e do empreendimento financiado em operações de investimento, custeio ou comercialização. NEGÓCIOS Os financiamentos de custeio e comercialização são de curto prazo e, em geral, ocorrem ao menos uma vez a cada ano-safra – característica que possibilita o monitoramento periódico do cliente e de sua atividade.
47. As operações de crédito rural estão sujeitas à fiscalização in loco, cujo resultado é informado à agência condutora da operação. NEGÓCIOS Em casos de não conformidades, o cliente é notificado e a regularização é solicitada, podendo ensejar a liquidação antecipada da operação, conforme previsto em cláusula contida no instrumento de crédito. Para operações de BNDES e Finame Rural, são previstos em contrato e minutas o vencimento antecipado, com exigibilidade da dívida e sustação do desembolso caso sejam verificados existência de sentença transitada em julgado em razão de discriminação, trabalho infantil ou escravo, assédio moral ou sexual ou crime contra o meio ambiente. Em 2011, 2,0% dos contratos possuíam este tipo de cláusula.
48. NEGÓCIOS Ao final de 2011, a carteira de crédito de agronegócios atingiu R$ 88,7 bilhões em saldo no conceito classificado, o que representa crescimento de 18,2% em relação ao ano anterior. A participação do Banco no agronegócio brasileiro foi de 63,1%, sendo o maior parceiro nesta modalidade. Para a safra 2011/2012, o BB vai colocar à disposição R$ 45,7 bilhões, o que corresponde a 17,7% de incremento sobre o valor aplicado na safra anterior. Do total, R$ 10,5 bilhões serão destinados à Agricultura Familiar e R$ 35,2 bilhões à Agricultura Empresarial.
49. Até dezembro de 2011, a desembolso total em operações de crédito rural na safra 2011/2012 atingiu R$ 26,4 bilhões, o que representa acréscimo de 19,4% na comparação com 2010, conforme quadro a seguir, em que se destaca o crescimento nas linhas de investimento Agricultura Familiar (6,9%) e Agricultura Empresarial (23,2%). NEGÓCIOS
50. Carteira de Crédito de Agronegócio por Porte do Cliente NEGÓCIOS (R$ bilhões) 2010 2011 Miniprodutor 5,3 5,3 Pequeno Produtor 16,2 18,4 Médio e Grande Produtor 50,3 59,5 Cooperativas Agropecuárias 3,2 5,5 Total 75,0 88,7
51. NEGÓCIOS Investimentos em Agricultura Familiar e Empresarial 2009 2010 2011 (R$ bilhões) Pessoa Física Pessoa Jurídica 66,4 75,0 88,7 31,5 26,1 19,1 57,2 48,9 47,3
52. NEGÓCIOS Carteira de Crédito de Agronegócios por Destinação – 2011 Custeio (%) 32,0 36,3 5,1 23,5 3,1 Investimento Comercialização Agroindustrial Demais
53. NEGÓCIOS Carteira de Crédito de Agronegócio por Região – 2011 Sudeste (%) 43,6 31,9 17,7 4,3 2,5 Sul Centro- Oeste Nordeste Norte
54. Vários diferenciais e medidas adotadas pelo BB o destacam no segmento do agronegócio, entre elas: NEGÓCIOS Mitigação de risco: Na contratação de operações de crédito rural são adotados mecanismos de mitigação de risco. Ao final de 2011, 57% dos valores contratados em custeio agrícola na safra 2011/2012 foram vinculados a um instrumento de mitigação de risco de intempérie e/ou preço.
55. Programa Agricultura de Baixo Carbono – ABC: NEGÓCIOS Incentiva a utilização de técnicas agrícolas sustentáveis que contribuam para melhorar a renda, reduzir as emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE) e preservar os recursos naturais. Na safra 2011/2012, o BB acumulou com R$ 153 milhões contratados em 551 operações. Letra de Crédito do Agronegócio – LCA: Ao final do exercício, o BB atingiu R$ 6,2 bilhões em LCAs em estoque, acréscimo de cerca de R$ 6,0 bilhões sobre o volume de 2010. As captações tornaram viáveis os negócios a partir da geração de funding para a contratação de operações.
56. Novo modelo de atendimento ao produtor rural: NEGÓCIOS Para se manter na vanguarda do agronegócio nacional, o BB deu continuidade ao processo de aplicação do novo modelo de atendimento especializado ao produtor rural da agricultura empresarial. Foram contempladas as maiores regiões produtoras, totalizando 47.500 produtores, distribuídos em 323 estruturas com gerentes especializados. Além disso, cerca de 1.700 produtores rurais do segmento Private foram beneficiados por modelo de relacionamento e atendimento diferenciados, com a criação de 53 carteiras.
57. Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pronaf e Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural – Pronamp: NEGÓCIOS O Banco manteve a liderança em financiamentos no Pronaf e apresentou excelente desempenho em 2011, com participação em 73% do mercado, com elevação significativa nos volumes aplicados. Adicionalmente, o BB tem atuado no Pronamp, destinado a produtores que possuem, na safra 2011/2012, renda até R$ 700 mil. O saldo de operações desse público foi de R$ 7,1 bilhões, com crescimento de 63% em relação ao ano anterior.
58. Negócios com cooperativas: NEGÓCIOS Também principal agente financeiro das cooperativas agropecuárias e de crédito rural, o BB somou R$ 5,5 bilhões em sua carteira de crédito de agronegócio com as cooperativas, ou seja, 71,9% mais do que o volume de 2010.
59. Atendimento especializado: NEGÓCIOS Para fazer jus ao destaque da participação do Estado de São Paulo no agronegócio, o Banco do Brasil incrementou sua atuação e dispensou atendimento diferenciado ao produtor rural paulista, destacando 54 estruturas com gerentes especializados. O resultado dessas medidas foi o recorde de ampliação no desembolso da safra, de 33% até dezembro, em relação à safra anterior, o que equivale a R$ 6 bilhões em crédito rural para os pequenos e médios produtores.

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